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sexta-feira, 29 de abril de 2011

I Encontro de Docentes e Discentes de Ciencias Biológicas do CESC/UEMA


O I Encontro de Docentes e Discentes de Ciencias Biológicas do CESC/UEMA (Centro de Estudos Superiores de Caxias/ Universidade Estadual do Maranhão) foi um evento de natureza científica, proposto pela diretora de Curso Dr. Maria Claudene Barros e organizado pelo CA do curso de C. Biológicas juntamente com a direção do curso. Este evento foi realizado no dia 18 de Abril de 2011, propondo a dinamizar com todos os discentes e docentes do curso.
No primeiro momento fez-se as saudações aos calouros do curso de C. Biológicas e posteriormente obteve uma mesa redonda com os professores Dr. e doutorandos propondo a descutir seus projetos de pesquisa que é relevante para a formação do jovem biólogo. Seguindo a progamação teve uma apresentação dos alunos participantes de laboratório, onde, contaram todas as suas experiências obtidas, aventuras, e a importancia do estudo da sua linha de pesquisa. Posteriormente obteve-se apresentação de banner. 
Este evento teve como objetivo divulgar aos alunos calouros as linhas de pesquisa que o centro oference para terem em mente qual seguir, e ainda mais, aos alunos veterano tira-dúvidas sobre o curso especial trabalhos de conclusão de curso. 

quinta-feira, 17 de março de 2011

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS





O Curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual do Maranhão do campus Caxias atende à modalidade de Licenciatura e Habilitação. Quanto á modalidade de Licenciatura, são ofertadas disciplinas que envolvem diferentes subárea desde saúde, meio ambiente até pedagógica. Os conteúdos são contemplados como Genética, Biologia Celular e Molecular, Histologia, Embriologia, Iniciação a Pesquisa em Ecologia, Botânica, Filosofia, Sociologia entre outras, assim como Física, Matemática e Bioestatística.
As principais atividades deste campus dos discentes são elaborar e executar estudos, projetos ou pesquisa científica nos vários setores da biologia como Microbiologia, Biologia Vegetal, Genética, Entomologia e Zoologia dos invertebrados com a intenção de buscar melhorias no meio ambiente e na sociedade. Onde os laboratórios permite aos acadêmicos á participar das atividades científicas nos diferentes campos de atuação desde a saúde até ao meio ambiente.
Após a formação do alunos que tem a duração de 4 anos, o licenciado em C. Biológicas é absorvido para área de ensino, em instituição de ensino fundamental, médio e superior (com Pós-Graduação), podendo também atuar nas áreas da educação ambiental. Por conseguinte os Graduado em C. Biológicas/Licenciatura com mestrados e doutorados podem atuar em indústrias, em laboratórios ou em consultorias em normas ambientais.



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Azar também dos bichos

                                                       Azar também dos bichos!

Mesmo com o Congresso Nacional em recesso, a polêmica em relação às mudanças do Código Florestal Brasileiro não sai da pauta de discussões.
Ontem ( 04 de ago 2010) durante todo o dia cientístas de diversas áreas se reuniram no auditório da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de São Paulo ( Fapesp) em São Paulo para discutir o projeto de lei proposto pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
Após horas de depate especialistas concluíram que, caso o novo Código Florestal seja colocado em prática, os impactos negativos na fauna brasileira - como na redução e até extinção de algumas espécies - poderão ser sentidos já nos próximos cinco anos.
Entre as mudanças propstas, um dos pontos críticos é a redução das áreas de proteção permanente (APPs). O texto aprovado na comissão prevê a redução de 30m para 15m das APPs nas margens dos riachos. Segundo os especialistas, as matas na beira dos rios são importantes para os bichos terrestres e os d'água, pois fornecem insetos e material orgânico aos peixes.
Aprovado no mês passado pela comissão especial na Câmera dos Deputados, o projeto que define a nova lei ambiental brasileira ainda percorrerá um longo caminho legislativo até que possa de fato entrar em vigor.
O Código Florestal precisa ainda ser aprovado pelo plenário da Câmera, em seguida do Senado e novamente da Câmera para ser sacionado pelo presidente em exercício. Só aí as florestas brasileiras estarão vulneráveis às novas regras. Resta à sociedade agir para que as discussões nos plenários do congresso reflitam a favor do meio ambiente.