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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

11 de Setembro dia do CERRADO

             UMA RIQUEZA QUE ESTAR SE LIMITANDO         

Comemore você também o dia do CERRADO. Arte: Domingos Lucas

O Cerrado, também conhecido como savana brasileira ocupa uma área de 200 milhões de hectares. Sendo assim, o segundo maior bioma brasileiro. E umas de suas características marcantes são a presença de arbustos com galhos retrocidos e com seu clima dividida em estação seca e uma outra chuvosa. Sua vegetação é classificada em grupos de vegetais permanentes que possuem raízes profundas, os de raízes superficiais e o das gramíneas. 
Com as suas paisagens e riquezas de espécies de animais e vegetais, o Cerrado encontra-se em constante ameaças por meio das queimadas, desmatamento e até mesmo pela agricultura. Bioma repleto de características próprias, mas com o decorrer dos tempos vem se desconfigurando, perdendo assim sua caracterização. Em lugares das paisagens que mostram os arbustos e árvores com o troncos retrocidos, ficam nos dias de hoje o campo agrícola e as terras para a criação de gado. Nada contra a agropecuária, mas essas atividades devem seguir juntos com planos pilotos de conservação. 
O Cerrado dispõe de exuberante áreas a seres estudadas e descoberta, daí a extrema necessidade de conservação e preservação. Pois morrendo o nosso Cerrado brasileiro, morre com ele uma parte do Brasil.







sábado, 13 de abril de 2013

Botânica Forense


















                        Biologia Forense: BOTÂNICA FORENSE                        


Quem nunca ouviu falar em forense? Bem, melhor reformular minha perguntar, alguém já assistiu CSI ou BONES? Se já, então você conhece essa ciência que a cada dia vem ganhando espaço. Forense significa uso da ciência e da tecnologia para a reconstituição e obtenção de provas de crimes. Por meio deste conceito, muitos se limitam em pensar que essa ciência pertence apenas a prática  médica ou  policial. 
Pela razão dessa ciência necessitar de pesquisadores especializados na busca de vestígios, a ciências forense vai se fixando em diferentes áreas. E uma delas é na BIOLOGIA, a BIOLOGIA FORENSE desfruta de todas as áreas da biologia, dentre tantas, cito: Genética, Biologia Celular, Entomologia, Microbiologia, Espermatologia, Hematologia, Ecologia, Biologia Aquática, Botânica e outras. 
Assim como as outras áreas da biologia que se destaca na ciência forense, a BOTÂNICA merece maiores enfoque, pois a ciência das plantas constitui diferentes campos da área de conhecimento que estimulam e aumentam as expectativa nas provas criminais. A palinologia, uma área da botânica que estuda o grão de pólen, se acentua na forense, pois, o grão de pólen na roupa de um suspeito pode entregar o mesmo. Pois, essa minuscula estrutura pode certificar se houve alteração no local da morte de um determinado indivíduo, se o corpo foi transferido do local do crime, podem oferecer ligações do assassino a vítima do assassinato, dentre outras ocasiões. Uma outra, importante área da botânica para a forense é a biologia aquática, pois esta pode desvendar crimes de afogamento. Por conseguinte, a botânica apresenta espécies de vegetais aquática que oferecem pista para a revelação do criminoso em questão. Uma das atividades do BOTÂNICO FORENSE nessa situação, primeiramente é o levantamento florístico da área do crime e um pouco da contribuição da ficologia, pois necessitará de informações interna da vítima, como a quantidade de diatomáceas ( algas unicelulares microscópica) nos pulmões ou em outros tecidos da vítima. 
Um outro ponto da importância da BOTÂNICA para a revelação de criminosos, é a análise do processo de deglutição de vegetais. Pois, pode presenciar casos que se necessitará de analisar o estômago da vítima, quando a causa da morte for por deglutição de frutas, sementes ou algum tipo de raiz.
Dentre essas áreas citadas a botânica oferece: Palinologia (já citado), Dendrocronologia (estudo dos anéis de crescimento de árvores), Limnologia aplicado a botânica (estudo de espécies botânicas marinhas), sistemática vegetal (classificação dos vegetais), genética vegetal, fisiologia vegetal e etc.
Por via, se confirma que a BOTÂNICA FORENSE oferece uma multiplicidade de informações e ferramentas para o desvendamento de casos criminalística, se objetivando assim como as outras áreas da FORENSE em conectar quatro componente que são usadas nas investigações, as provas, os suspeitos, a cena e a vítima.




sábado, 10 de novembro de 2012

Alunos – Pesquisadores do CESC/UEMA participam de Treinamento em Sistema de Informações do PPBio


Pesquisadores de I.C. em Botânica (Naiara Assunção, Domingos Lucas, Guilherme Sousa)

Alunos de Ciências Biológicas que integram os laboratórios de pesquisa da Universidade Estadual do Maranhão do Centro de Estudos Superiores de Caxias participam de treinamento de gerenciamentos de coleções biológicas. A capacitação que ocorreu nessa sexta – feira (09/11/2012) teve duração de 11 horas e contou com a participação de 20 alunos-pesquisadores.
O treinamento foi ministrado pelo mestrando Delano Campos de Oliveira (Graduado em Sistema de Informações) e foram abordados temas como uso do programa Specify e utilização do novo portal do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio) para divulgação de seus eventos, publicações e demais informes. Esse treinamento se objetiva em complementar e atualizar o aprendizado dos pesquisadores na utilização de tecnologia mais moderno em Sistema de Informações.
O laboratório de Biologia Vegetal (LABIVE) que contou com dois bolsistas de Iniciação Científica e 1 bolsista de Ensino e Extensão, sendo respectivamente Domingos Lucas dos Santos Silva, Naiara Assunção Sampaio e Guilherme Sousa da Silva, concluíram a capacitação com muito entusiasmo e serão os disseminadores das informações obtidas para os demais integrante do LABIVE.
Para Domingos Lucas dos Santos Silva (Bolsista CNPq), “essa capacitação foi muito gratificante, pois vivemos em um mundo de aprendizado e a cada dia precisamos ser desenvolvidos e aperfeiçoados. E esse treinamento trará frutos futuros para as pesquisas vinculadas ao Laboratório de Biologia Vegetal”. Por conseguinte, Guilherme Sousa da Silva (Bolsista PIBEX – UEMA) complementou: “Podemos através desse treinamento organizar as exsicatas do Herbário Aluísio Bittencourt tendo um maior controle da nossa coleção, ajudando no desenvolvimento de pesquisas atuais e futuras”. E, Naiara Assunção Sampaio (Bolsista FAPEMA), finalizou: “É de extrema importância essa capacitação aos alunos, pois além de aperfeiçoar o conhecimento, ajuda na organização tanto em coleções zoológicas como botânicas”.

Naiara Assunção (Bolsista FAPEMA)
Domingos Lucas (BOLSISTA CNPq)



terça-feira, 29 de maio de 2012

Visita Técnica e Científica de Graduandos de Ciências Biológicas

ggggggBiólogos em Campo    

Alunos de Ciências Biológicas da Universidade  Estadual do Maranhão / Centro de Estudos Superiores de Caxias fazem visita a diferentes pontos do município de Caxias - MA com o intuito de identificar aspectos e impactos ambientais. 
Essa iniciativa contou com os alunos da Disciplina Curricular Projeto Comunitário. Essa prática contribuiu para   uma análise detalhada de problemas ambientais causados em uma área , onde os dados servirão de parâmetro para a construção de projetos. 
     
Alunos e Professores de Ciências Biológicas do CESC/UEMA 

Na visita os alunos tiveram a oportunidade de analisar o lixão; margens do rio Itapecuru (em diferentes bairros); o  riacho do ponte.


Lixão Teso Duro - Caxias/MA
Riacho Ponte - Caxias - MA


Riacho Ponte



Os alunos verificaram vários  componentes de uma Matriz de avaliação de Impactos como resíduos sólidos, água, esgoto, fatores socioeconômico, entre outros.






quarta-feira, 16 de maio de 2012

A vida vai ficando cada vez mais dura perto do topo.




Instinto designa em psicologiaetologiabiologia e outras ciências afins predisposições inatas para a realização de determinadas sequências de ações (comportamentos) caracterizadas sobretudo por uma realização estereotipada, padronizada, pré-definida. 
Podemos ter este vídeo como uma das formas de incentivo nos obstáculos encontrados na vida, seja os maiores que for, mas, nunca devemos baixar a cabeça para eles. Pois devemos ser igual ao filhote de búfalo, apesar do desespero, não deixar nunca de lutar pela vida e acreditar que o seu rebanho não o deixaria na mão, assim vos digo: no meio das dificuldades está a oportunidadeUm outro ponto importante é a união, pois dela deve ser o passo primitivo de todo ser que necessita viver e para isso é necessário que haja participação  e benevolência mútua.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Botânica Forense

Já ouviu falar??

Botânico Forense
 
A BOTÂNICA é bastante rica em subáreas. Dentre elas posso citar Botânica aplicada, Botânica econômica, BOTÂNICA FORENSE, Anatomia vegetal, Citologia vegetal, Dendrologia, Ecofisiologia vegetal, Embriologia vegetal, Etnobotânica, Biologia reprodutiva, Ficologia, Fisiologia vegetal, Fitogeografia, Fitossanidade, Fitoquímica, Morfologia vegetal, Manejo e conservação da vegetação, Palinologia, Silvicultura, Taxonomia/Sistemática vegetal, Tecnologia de sementes. 
Botânica forense é a área da ciência forense que utiliza-se de plantas, sementes ou qualquer vestígios botanicos com o fim de obter provas para um crime, comprovar o testemunhos e/ou acusações.
A botânica forense é bastante útil pois o especialista pode, a partir da análise dos tecidos vegetais encontrados na vítima, identificar a planta que interferiu na morte em questão e dizer se esta se encontra no local onde o corpo foi encontrado.
O pólen aderido a cadáveres encontrados sobre plantas também ajuda a determinar se a pessoa morreu ou não naquele lugar e neste sentido surge outro sub-tema: palinologia



Formação Generalista

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CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA

RESOLUÇÃO Nº 10, DE 5 DE JULHO DE 2003

Dispõe sobre as Atividades, Áreas e Subáreas do Conhecimento do Biólogo.

O CONSELHO FEDERAL DE BIOLOGIA - CFBio, Autarquia Federal criada pela Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 1979, alterada pela Lei nº 7.017, de 30 de agosto de 1982 e regulamentada pelo Decreto nº 88.438, de 28 de junho de 1983, no uso de suas atribuições legais e regimentais, considerando a decisão da Diretoria em 23 de maio de 2003, aprovada por unanimidade pelos Senhores Conselheiros Federais presentes na LXXV Reunião Ordinária e 173ª Sessão Plenária, realizada no dia 24 de maio de 2003, resolve: Art. 1º São as seguintes as Atividades Profissionais do Biólogo:

1 - Na Prestação de Serviços:

1.1 - Proposição de estudos, projetos de pesquisa e/ou serviços;

1.2 - Execução de análises laboratoriais e para fins de diagnósticos, estudos e projetos de pesquisa, de docência de análise de projetos/processos e de fiscalização;

1.3 - Consultorias/assessorias técnicas;

1.4 - Coordenação/orientação de estudos/projetos de pesquisa e/ou serviços;

1.5 - Supervisão de estudos/projetos de pesquisa e/ou serviços;

1.6 - Emissão de laudos e pareceres;

1.7 -Realização de perícias;

1.8 - Ocupação de cargos técnico-administrativos em diferentes níveis;

1.9 - Atuação como responsável técnico(TRT).

Art. 2º São as seguintes as Áreas e Subáreas do Conhecimento do Biólogo:

2.1 - Análises Clínicas.

2.2 - Biofísica: Biofísica celular e molecular, Fotobiologia, Magnetismo, Radiobiologia.

2.3 - Biologia Celular.

2.4 - Bioquímica: Bioquímica comparada, Bioquímica de processos fermentativos, Bioquímica de microrganismos, Bioquímica macromolecular, Bioquímica micromolecular, Bioquímica de produ-tos naturais, Bioenergética, Bromatologia, Enzimologia.

2.5 - Botânica: Botânica aplicada, Botânica econômica, Botânica forense, Anatomia vegetal, Citologia vegetal, Dendrologia, Ecofisiologia vegetal, Embriologia vegetal, Etnobotânica, Biologia reprodutiva, Ficologia, Fisiologia vegetal, Fitogeografia, Fitossanidade, Fitoquímica, Morfologia vegetal, Manejo e conservação da vegetação, Palinologia, Silvicultura, Taxonomia/Sistemática vegetal, Tecnologia de sementes.

2.6 - Ciências Morfológicas: Anatomia humana, Citologia, Embriologia humana, Histologia, Histoquímica, Morfologia.

2.7 - Ecologia: Ecologia aplicada, Ecologia evolutiva, Ecologia humana, Ecologia de ecossistemas, Ecologia de populações, Ecologia da paisagem, Ecologia teórica, Bioclimatologia, Bioespeleologia, Biogeografia, Biogeoquímica, Ecofisiologia, Ecotoxicologia, Etnobiologia, Etologia, Fitossociologia, Legislação ambiental, Limnologia, Manejo e conservação, Meio ambiente, Gestão ambiental.

2.8 - Educação: Educação ambiental, Educação formal, Educação informal, Educação não formal.

2.9 - Ética: Bioética, Ética profissional, Deontologia, Epistemologia.

2.10 - Farmacologia: Farmacologia geral, Farmacologia molecular, Biodisponibilidade, Etnofarmacologia, Farmacognosia, Farmacocinética, Modelagem molecular, Toxicologia.

2.11 - Fisiologia: Fisiologia humana, Fisiologia animal.

2.12 - Genética: Genética animal, Genética do desenvolvimento, Genética forense, Genética humana, Aconselhamento genético, Genética do melhoramento, Genética de microrganismos, Genética molecular, Genética de populações, Genética quantitativa, Genética vegetal, Citogenética, Engenharia genética, Evolução, Imunogenética, Mutagênese, Radiogenética.

2.13 -Imunologia: Imunologia aplicada, Imunologia celular, Imunoquímica.

2.14 - Informática: Bioinformática, Bioestatística, Geoprocessamento.

2.15 - Limnologia.

2.16 - Micologia: Micologia da água, Micologia agrícola, Micologia do ar, Micologia de alimentos, Micologia básica, Micologia do solo, Micologia humana, Micologia animal, Biologia de fungos, Taxonomia/Sistemática de fungos.

2.17 - Microbiologia: Microbiologia de água, Microbiologia agrícola, Microbiologia de alimentos, Microbiologia ambiental, Microbiologia animal, Microbiologia humana, Microbiologia de solo, Biologia de microrganismos, Bacteriologia, Taxonomia/Sistemática de microrganismos, Virologia.

2.18 - Oceanografia: Biologia Marinha (Oceanografia biológica).

2.19 - Paleontologia: Paleobioespeleologia, Paleobotânica, Paleoecologia, Paleoetologia, Paleozoologia.

2.20 - Parasitologia: Parasitologia ambiental, Parasitologia animal, Parasitologia humana, Biologia de parasitos, Patologia, Taxonomia/Sistemática de parasitos, Epidemiologia.

2.21 - Saúde Pública: Biologia sanitária, Saneamento ambiental, Epidemiologia, Ecotoxicologia, Toxicologia.

2.22 - Zoologia: Zoologia aplicada, Zoologia econômica, Zoologia forense, Anatomia animal, Biologia reprodutiva, Citologia e histologia animal, Conservação e manejo da fauna, Embriologia animal, Etologia, Etnozoologia, Fisiologia animal/comparada, Controle de vetores e pragas, Taxonomia/ Sistemática animal, Zoogeografia.

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação, revogando-se as disposições em contrário, especialmente a Resolução CFB nº 005/85 de 11 de março de 1985.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Experiências na Carreira Científica

 

Domingos Lucas - I.C. em Ciências Biológicas em Botânica
Domingos Lucas Aluno-Pesquisador da UEMA/CESC

Domingos Lucas ampliando conhecimento na I.C.

Coleta dos materiais da I.C.

Domingos Lucas na SPBC -Goiânia

Apresentação de trabalho de I.C. na SBPC.

Hoje, entar num curso seja ele de graduação ou técnico, temos que ter uma visão de crescimento de currículo. Dentre esse crescimento curricular posso citar a CARREIRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Pois isso muito contribuirá para a decissão do que seguirá profissionalmente. A carreira científica é um dos melhores instrumentos que podem melhorar na qualidade intelectual do estudante e até mesmo melhor o status do município, do estado ou até mesmo do país dos atributos e quantidade da produção científica, assim diminuindo a evasão do defict de periódicos científicos. A iniciação de pesquisa científica incentiva aos estudantes  na formação, na participação de eventos e congressos científicos, tecnológicos e educacionais.


Por que muitos ignoram os que estudam as Plantas?

 


A palavra “botânica” provém do grego botané, significa “planta forrageira, erva” e é derivada do verbo boskein, “alimentar”. É o ramo das Ciências Biológicas que estuda as plantas. Quem estuda as plantas na carreira científica são os Botânicos.
A BOTÂNICA é uma área de muita importância para as demais, pois as plantas tem muito mais valor do que costumamos dar. As plantas não nos fornecem apenas oxigênio e beleza ambiental, elas são muito mais do que isso. As plantas permitem a existência de grande parte dos seres vivos, inclusive nós. Apartir daí a importância do Botânico a identificação e conservação desses valores. Pois sem a BOTÂNICA as demais áreas da ciência não existiria.
Para atuar como botânico necessita se graduar em Ciências Biológicas e se especializar na área da botânica. Hoje, uma das melhores maneiras de se ter uma noção e experiência parcial de um botânico é a carreira de INICIAÇÃO CIENTÍFICA.
Um botânico tem como função identificar novas espécies de plantas e classificá-las de acordo com sua forma, estrutura, presença ou não de flores, frutos e folhas. Para isso, compara as novas espécies com as dos herbários -- locais onde as plantas coletadas e classificadas passam por um processo de herborização, isto é, de secagem, para ficarem conservadas e servirem como objeto de estudo.

Sala de Aula ou Laboratório?

Essa é uma das perguntas, que mais intrigam os estudantes universitário de licenciatura. Mas os alunos de Ciências Biológicas da Universidade Estadual do Maranhão campus CAXIAS, não se limitam em saber que é licenciatura. A carreira científica é o ponto de evolução para novos e agradáveis horizontes de expectativas para o futuro. Embora estejam cursando um curso com status de licenciatura, nada os impede de atuar no ramo de pesquisa, ou até mesmo como biólogo, pois quem determinará a sua função trabalhista ou espaço de trabalho é o próprio estudante. Pois quatro anos de graduação e a participação dos mesmo em laboratório executando projetos de pesquisa, muito contribuirá para o currículo. Por meio disto ampliando o leque para trabalhos em laboratórios e empresa industriais e ambientais. Pois o curso de licenciatura tem a finalidade de preparar docentes para o ensino médio e fundamental, com concepção científica, atitude consciente, com fundamentação teórica habilitando os estudantes a identificar, qualificar as características de áreas naturais e a manejar e cuidar da biodiversidade do planeta.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

I Encontro de Docentes e Discentes de Ciencias Biológicas do CESC/UEMA


O I Encontro de Docentes e Discentes de Ciencias Biológicas do CESC/UEMA (Centro de Estudos Superiores de Caxias/ Universidade Estadual do Maranhão) foi um evento de natureza científica, proposto pela diretora de Curso Dr. Maria Claudene Barros e organizado pelo CA do curso de C. Biológicas juntamente com a direção do curso. Este evento foi realizado no dia 18 de Abril de 2011, propondo a dinamizar com todos os discentes e docentes do curso.
No primeiro momento fez-se as saudações aos calouros do curso de C. Biológicas e posteriormente obteve uma mesa redonda com os professores Dr. e doutorandos propondo a descutir seus projetos de pesquisa que é relevante para a formação do jovem biólogo. Seguindo a progamação teve uma apresentação dos alunos participantes de laboratório, onde, contaram todas as suas experiências obtidas, aventuras, e a importancia do estudo da sua linha de pesquisa. Posteriormente obteve-se apresentação de banner. 
Este evento teve como objetivo divulgar aos alunos calouros as linhas de pesquisa que o centro oference para terem em mente qual seguir, e ainda mais, aos alunos veterano tira-dúvidas sobre o curso especial trabalhos de conclusão de curso. 

quinta-feira, 17 de março de 2011

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS





O Curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual do Maranhão do campus Caxias atende à modalidade de Licenciatura e Habilitação. Quanto á modalidade de Licenciatura, são ofertadas disciplinas que envolvem diferentes subárea desde saúde, meio ambiente até pedagógica. Os conteúdos são contemplados como Genética, Biologia Celular e Molecular, Histologia, Embriologia, Iniciação a Pesquisa em Ecologia, Botânica, Filosofia, Sociologia entre outras, assim como Física, Matemática e Bioestatística.
As principais atividades deste campus dos discentes são elaborar e executar estudos, projetos ou pesquisa científica nos vários setores da biologia como Microbiologia, Biologia Vegetal, Genética, Entomologia e Zoologia dos invertebrados com a intenção de buscar melhorias no meio ambiente e na sociedade. Onde os laboratórios permite aos acadêmicos á participar das atividades científicas nos diferentes campos de atuação desde a saúde até ao meio ambiente.
Após a formação do alunos que tem a duração de 4 anos, o licenciado em C. Biológicas é absorvido para área de ensino, em instituição de ensino fundamental, médio e superior (com Pós-Graduação), podendo também atuar nas áreas da educação ambiental. Por conseguinte os Graduado em C. Biológicas/Licenciatura com mestrados e doutorados podem atuar em indústrias, em laboratórios ou em consultorias em normas ambientais.



quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Azar também dos bichos

                                                       Azar também dos bichos!

Mesmo com o Congresso Nacional em recesso, a polêmica em relação às mudanças do Código Florestal Brasileiro não sai da pauta de discussões.
Ontem ( 04 de ago 2010) durante todo o dia cientístas de diversas áreas se reuniram no auditório da Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de São Paulo ( Fapesp) em São Paulo para discutir o projeto de lei proposto pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
Após horas de depate especialistas concluíram que, caso o novo Código Florestal seja colocado em prática, os impactos negativos na fauna brasileira - como na redução e até extinção de algumas espécies - poderão ser sentidos já nos próximos cinco anos.
Entre as mudanças propstas, um dos pontos críticos é a redução das áreas de proteção permanente (APPs). O texto aprovado na comissão prevê a redução de 30m para 15m das APPs nas margens dos riachos. Segundo os especialistas, as matas na beira dos rios são importantes para os bichos terrestres e os d'água, pois fornecem insetos e material orgânico aos peixes.
Aprovado no mês passado pela comissão especial na Câmera dos Deputados, o projeto que define a nova lei ambiental brasileira ainda percorrerá um longo caminho legislativo até que possa de fato entrar em vigor.
O Código Florestal precisa ainda ser aprovado pelo plenário da Câmera, em seguida do Senado e novamente da Câmera para ser sacionado pelo presidente em exercício. Só aí as florestas brasileiras estarão vulneráveis às novas regras. Resta à sociedade agir para que as discussões nos plenários do congresso reflitam a favor do meio ambiente.